quarta-feira, 25 de janeiro de 2012




Sabia que o leite materno, se congelado corretamente, dura até 15 dias? No freezer, a papinha também tem longa duração. Assim, fica fácil  organizar as refeições do bebê, mesmo que você tenha uma rotina agitada

Se você trabalha o dia todo e não consegue preparar a comida do bebê na hora, nem oferecer o peito com a frequência ideal, existe solução. Basta manter os alimentos no congelador, da maneira adequada. Confira as dicas das nutricionistas Paula Fernandes Castilho, diretora da Sabor Integral Consultoria em Nutrição e Camila Borduqui, do Centro de Estética da Clínica Alan Landecker, ambos em São Paulo:

Leite materno pode ser congelado?
Sim. Mas é importante avisar que pode haver perda de algumas propriedades e nutrientes, que acabam oxidando, como acontece com qualquer alimento que não é consumido na hora.
“Mesmo assim, o leite materno contém o melhor equilíbrio de nutrientes para o bebê”, diz Paula. Por isso, melhor congelar do que parar de amamentar por falta de tempo, ok?

Como fazer?
Será preciso coletar e armazenar, tomando muito cuidado com a higiene. Veja só:

Antes da coleta
  •  Esterilize mamadeiras e utensílios que serão utilizados (em água fervente)
  • Lave, cuidadosamente, as mãos e os seios e massageie as mamas, com movimentos circulares. “Utilize álcool 70% nas mãos, para eliminar eventuais micro-organismos”, ensina Camila.

Durante a coleta
  • Você pode usar bombinha ou fazer a coleta manual: para extrair o leite da mama direita, use a mão esquerda e vice-versa. Segure o recipiente com a mão livre. O dedo polegar deve ser posicionado na aréola, acima do mamilo e o indicador, por baixo, para exercer pressão. Repita o movimento diversas vezes. “O procedimento não deve provocar dor”, avisa Paula.
  •  A retirada de cada mama deve durar de 3 a 5 minutos. Alterne os seios, até que o tempo de toda a operação totalize de 20 a 30 minutos.
  •  Despreze os primeiros jatos. “Este leite contém uma maior quantidade de bactérias”, explica Camila.

Depois da coleta
  •  Armazene o leite. O recipiente ideal é o de vidro, com tampa.
  • Deixe um espaço, no topo do recipiente, antes de tampá-lo. Modere na quantidade de leite, para evitar desperdícios. “Programe-se e calcule as porções”, diz Paula.
  • A refrigeração (no freezer) deve ser imediata, após a coleta.
Lembre-se: o leite dura 24 horas na geladeira e até 15 dias no freezer. Por isso, vale colar uma etiqueta em cada vidro, com a data de coleta e de validade.

Descongelamento do leite: como servi-lo para o bebê

  • Na hora de oferecê-lo ao pequeno, aqueça-o em banho-maria.
  • Evite o micro-ondas. A fervura também é contraindicada, porque destrói nutrientes.
  • Antes de servir, agite o leite, lentamente, para misturar a gordura.
  • As sobras devem ser desprezadas – nada de congelar novamente!
  • Atenção: o leite não deve ficar em temperatura ambiente por mais de uma hora.
  • Ao utilizar mamadeira, ela precisa ser higienizada, previamente, com sabão neutro e água corrente. Antes de cada mamada, também é recomendado ferver o bico, por cinco minutos. “Isso é importante para evitar infecções do sistema digestivo e outros problemas causados por germes, como o sapinho”, avisa Paula.

Como congelar papinhas?

As papinhas também podem ser congeladas, desde que não contenham maionese, ovos ou claras cozinhas, gemas, vegetais crus, iogurte, folhas de verduras e de frutas, além de banana. E nada de colocar no freezer o que sobrou do pratinho da criança. “Alimentos que já entraram em contato com a saliva ficam suscetíveis à contaminação”, avisa Paula.

Recipiente ideal
O alimento pode ser congelado em potes plásticos ou de vidro, desde que eles sejam lavados com sabão neutro e água quente, antes da utilização.

Branqueamento ou resfriamento artificial
Para congelar qualquer alimento, é preciso que ele esteja fresco. Após o preparo, porém, é necessário esperar esfriar. “Se estiver sem tempo, realize o processo de redução da temperatura, chamado de branqueamento”, sugere Paula. Ela ensina como:

1- Coloque o alimento em uma vasilha.
2- Em um recipiente maior, despeje água e gelo.
4- Ponha o menor sobre o maior, com muito cuidado, para não molhar o alimento.
5- Esterilize, com água quente, os potes que irão ao freezer e divida as porções.
6- Cole, em cada pote, um adesivo com a data de preparo e os ingredientes que a refeição contém. Assim, você mantém uma alimentação variada.
7- Para servir, retire o alimento do freezer pela manhã e coloque-o na geladeira. O descongelamento em temperatura ambiente favorece a proliferação de bactérias.

Pode descongelar e congelar de novo?
Não. A multiplicação de bactérias começa no ato do descongelamento e pode se agravar, caso a comida seja congelada novamente. Por isso, armazene porções pequenas, para não haver sobras.
A saber: a maioria das papinhas dura cerca de 30 dias no freezer, mas tudo irá depender do tipo de alimento que a compõe.
Confira alguns exemplos:

  •  Papinha de fruta ou de legumes: poderá ser armazenada durante dois dias na geladeira e congelada por seis meses.
  • Papinha de carne ou de ovo: poderá ser armazenada por um dia na geladeira ou congelada por um a dois meses.
  • Combinações de carne e legumes: podem ser armazenadas por um ou dois dias na geladeira e de um a dois meses congeladas.
Dica: cole uma etiqueta no recipiente, com a data de produção e de validade. Aproveite e anote o sabor, para facilitar a identificação.

Para servir
Um dia antes, retire a papinha do freezer e coloque-a na geladeira. O processo de descongelamento será natural e com menor risco de contaminação bacteriana. No dia seguinte, esquente e sirva.

A verdade sobre a perda de nutrientes
“Não existe alimento que não perca nutrientes quando congelado, mas há dicas para melhorar a conservação”, diz Paula. Fique por dentro:

  • Chuchu, abobrinha e berinjela congelam melhor como prato pronto.
  • Mandioca bem fresca pode ser congelada crua e sem casca.
  • Couve-flor, brócolis, alcachofra e repolho: precisam ser bem lavados. Em seguida, deixados de molho em água com limão e sal por 30 minutos. Assim, eliminam pequenos insetos e duram mais.
  • Ervas para tempero: lave, seque, pique a gosto e congele.
  • Tomate: retire a casca e as sementes antes de preparar molho, suco ou purê.

Bjinhos!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Gravidez no verão!






Sabe aqueles questionamentos básicos de toda gestante? É normal sentir cólica?, Até quando vou ter que amamentar?, Qual o tipo de parto ideal?... O ginecologista e obstetra Corintio Mariani Neto*, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, esclarece estes e outros dilemas frequentes entre as futuras mamães

Toda mulher grávida necessita de uma série de cuidados para que tanto a saúde dela quanto a do bebê não sejam prejudicadas. No verão, devido ao calor excessivo, algumas recomendações merecem atenção especial. O desconforto da gravidez costuma ser muito acentuado durante esta estação do ano, porém, há formas de amenizá-lo.

Evitar o aumento de peso além dos 12 quilos recomendados; frequentar sempre lugares arejados, e manter também a própria casa bem ventilada; ingerir bastante líquido, tendo sempre à mão uma garrafa d’água; proteger a cabeça do sol com um boné ou chapéu são algumas orientações úteis para o bem-estar da gestante. O principal risco em ambientes quentes e abafados é a queda de pressão arterial.

Outra ocorrência frequente é o inchaço nos pés e pernas, que pode ser abrandado permanecendo com as pernas elevadas, na horizontal, sempre que possível. Em caso de inchaço nos dedos das mãos, a grávida deve remover anéis, inclusive a aliança, assim que perceber o desconforto.

As gestantes também devem se atentar para as roupas. Peças arejadas e confortáveis, de preferência de algodão, são sempre a melhor pedida. É importante também usar sempre sutiã, para oferecer o apoio adequado para os seios, prevenindo dores nas costas. Os sapatos são um item importantíssimo: além de confortáveis, sempre com salto baixo. Estes calçados podem evitar quedas, também prováveis e bastante perigosas na gestação. Nesta fase, conforme a barriga cresce, ela altera o centro de gravidade da mulher, que pode perder o equilíbrio com mais facilidade.

Assim como todas as pessoas, também as gestantes devem usar um protetor solar diário com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 30, especialmente no rosto, que deve ser reaplicado com um intervalo máximo de duas horas.

Em locais que seguem o horário de verão, o período mais indicado para exposição ao sol, que costuma ser antes das dez e depois das 16 horas, é, agora, antes das 11 e após as 17 horas. Além dos riscos comuns a todos, esta exposição na gestação pode ocasionar manchas na pele típicas desta fase.

Além do protetor solar, é importantíssimo o uso diário de hidratantes após o banho para evitar estrias, especialmente na barriga, seios, coxas e nádegas, que são os lugares mais comuns.

No ano inteiro, é fundamental que a alimentação da gestante seja saudável e sem exageros. O ideal é comer em pequenas quantidades, várias vezes ao dia e consumir alimentos naturais, como verduras, legumes e frutas. Além de saudáveis, tais alimentos ajudam a controlar o peso e contribuem para o bom funcionamento do intestino. Proteínas, encontradas em carnes magras (de vaca, frango ou peixe), ovos, leite e derivados, também são indicadas para a dieta da gestante. O que deve ser bastante controlada é a ingestão de lipídeos e carboidratos, como carnes gordurosas, massas, frituras e doces, em especial sorvetes. As bebidas alcoólicas não devem ser ingeridas durante a gravidez, pois podem causar sérios danos ao bebê.

Em relação a vitaminas, independentemente da estação do ano, suplementos como os de ferro e ácido fólico serão indicados pelo médico. Este último, aliás, deve ser iniciado cerca de dois a três meses antes da gravidez, para prevenir malformações.

A prática de atividade física é altamente recomendada, principalmente caminhadas e hidroginástica, sempre seguindo orientações médicas individuais. Como regra geral para o verão, os exercícios devem ser praticados nos horários mais frescos da manhã ou no final da tarde.

Durante a gestação, as visitas ao médico obstetra devem ser regulares, conforme sua orientação. Geralmente são mensais até o sétimo mês, quinzenais no oitavo e semanais no último mês. Nestas ocasiões, além de tirar todas as suas dúvidas, a gestante será avaliada, serão solicitados todos os exames e fornecidas todas as recomendações até a próxima consulta. Todas as orientações devem ser seguidas à risca, evitando sustos e complicações.

Bjinhos!!!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Água para as grávidas

gravida-agua

Líquido amniótico, aumento do volume de sangue, necessidade de se livrar de toxinas...Agora que espera um bebê, você precisa caprichar na hidratação. Aprenda a fazer as melhores escolhas e mate sua sede

Sim, você já sabe: água é fundamental para o bom funcionamento do organismo e até para sua beleza. O que você talvez ainda não saiba é que, nos próximos nove meses, ela será importante também para melhorar a circulação sanguínea e a irrigação do útero e da placenta; manter o líquido amniótico em níveis adequados; estabilizar a pressão arterial; e eliminar toxinas que aumentam o risco das perigosas infecções urinárias.

Com tantos benefícios, a recomendação é beber de 1,5 a 2 litros de água por dia, à medida que sente sede. Se você já tem o hábito, vai ser fácil. Senão, precisará se disciplinar para cumprir essa meta. É água demais? Diversifique! “Embora ela seja o líquido mais rapidamente absorvido, sucos, frutas e alimentos com alto teor hídrico também ajudam a manter uma hidratação adequada”, garante o nutrólogo Fernando de Assis Valle, de São Paulo.

Mantendo o nível
Boas opções para você se hidratar e ainda extrair benefícios adicionais para sua gravidez

Suco & cia.
Prefira os naturais, ricos em vitaminas, livres de corantes e de açúcar em excesso. O suco de limão, por seu sabor azedinho, ajuda a aliviar as náuseas dos primeiros meses. A água de coco, rica em sais minerais e nutrientes, atenua o enjoo e a azia, além de atuar como um isotônico natural, regulando o equilíbrio dos líquidos no organismo. E sucos de futas ricas em fibras, como laranja, ameixa e abacaxi, combatem o intestino preso, incômodo frequente a partir do segundo trimestre da gravidez.

Mamãe bezerra
Beba muito leite. Além de ser um alimento poderoso, ele concentra 90% de água. Sem falar nas proteínas e no cálcio – cuja demanda cresce bastante na gravidez. Prefira as versões desnatadas ou semidesnatadas, que contêm menos gordura. Para variar, aposte em vitaminas com leite e nos smoothies,que levam frutas batidas com iogurte.

Fila para o sopão
Caldos e sopas preparados com verduras, legumes e carne hidratam e ainda fornecem minerais e proteínas. Só maneire nos cremes à base de queijo e nas receitas com muita batata e macarrão, que tendem a ser calóricas demais.

Se beber, não faça!

1- Evite líquidos durante as refeições
O obstetra Marco Aurélio Galleta, do Hospital das Clínicas de São Paulo, ensina que você deve ingerir os líquidos nos intervalos, fracionadamente.“Com o aumento do útero, o estômago da grávida é pressionado, ficando com uma capacidade menor e um funcionamento mais lento. Não cabe tudo o que ela consumia antes, principalmente no final da gravidez. Por isso, a recomendação é comer e beber de pouquinho”, explica o médico.

2- Não caia na lenda dos inchaços
Na verdade, a água ajuda a combater a retenção de líquidos causada pelos hormônios da gestação. “Ficar muito tempo de pé ou exagerar no sal é que pode piorar o desconforto”, afirma Galleta. O obstetra lembra que o inchaço é um sintoma natural na gravidez. Só é preciso ficar alerta se ele for excessivo,não diminuir após um período de descanso e atingir, além de pés e pernas, também mãos e rosto. Caso desconfie de algo anormal,comente com seu médico na próxima consulta do pré-natal, para que ele possa averiguar o risco de complicações como pré-eclâmpsia e trombose.

3- Previna-se contra apertos
Se sabe que vai enfrentar um congestionamento, que terá de encarar uma longa reunião de trabalho ou deseja garantir uma boa noite de descanso, suspenda o consumo de água cerca de uma hora antes. Assim, não precisará sofrer com a urgência de buscar um banheiro para fazer xixi nem ficar com o sono entrecortado. “O útero aumentado pressiona a bexiga e faz a grávida ter muito mais vontade de urinar, especialmente nos últimos meses. Como o corpo tem reservas, dá para ficar sem água por algumas horas”, diz a ginecologista Carolina Ambrogini,da Universidade Federal de São Paulo.

Campeões da hidratação
Enriqueça o cardápio com frutas e hortaliças que têm alta concentração de água
Alface – 95%
Tomate – 94%
Melancia – 92%
Couve-flor – 92%
Melão – 90%
Abacaxi – 87%
Laranja – 87%
Goiaba – 86%
Maçã – 83%
Pera – 80%

Esses não!
Nem tudo o que você bebe vai beneficiar sua hidratação.Veja que vilões devem ficar de fora

Suspenda o copo
Todas as bebidas alcoólicas prejudicam a gestação. “No máximo, o obstetra pode liberar uma taça de vinho em ocasiões especiais. Nada além disso”, diz Fernando Valle.

Alerta às bolhas
Refrigerantes e bebidas gaseificadas, inclusive água, agridem o esmalte dentário, aumentando o risco de cáries, e podem dificultar a absorção de nutrientes. Se faz questão de algo docinho e hidratante, prefira sorbets e picolés de frutas, preparados à base de água.

Controle chá e café
“A gravidez aumenta a sensibilidade à cafeína. Ingerir mais do que duas xícaras pequenas ao dia pode causar agitação e taquicardia na mãe e no feto”, alerta Marco Galleta. E, segundo Carolina Ambrogini, os chás preto e verde devem ser cortados. O primeiro por concentrar muita cafeína, e o verde por inibir a ação do ácido fólico, essencial para a formação do sistema nervoso do bebê.

Bjs!!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Os erros dos pais de primeira viagem.

pais com bebê

Quem falou que é fácil cuidar de um bebê? Mas você pode simplificar a vida evitando práticas que não dão certo. Confira os dez equívocos mais comuns e veja o que os especialistas sugerem para corrigi-los.

1. Não se cuidar
Você não é a única que torna os desejos da criança prioridades e se coloca em último plano. “As mulheres são peritas em cuidar dos outros, mas se sentem egoístas ao pensar em si”, reprova a jornalista especializada em maternidade Ann Douglas, autora de 28 livros sobre o tema, entre eles The Mother of All Baby Books (A mãe de todos os livros de bebê, ainda não publicado no Brasil).
 A solução
Nos primeiros meses, fica difícil tirar uma boa soneca sem interrupções ou se entregar a uma gostosa hidromassagem. Mas não existe motivo para relaxar na alimentação. Se você não deixaria o pequeno almoçar salgadinho com refrigerante, por que está comendo isso? Um pouco de exercício também é fácil de encaixar na rotina. Impossível ir à academia? Então, ponha o pequeno no carrinho e dê uma volta pela praça ou parque mais próximo de casa. A mudança de ares vai ser boa para ambos!

2. Enfeitar demais o berço
Colocar pelúcias, cobertor, manta, protetores e almofada para posicionar o filhote. Ao redor, pôr móbiles e vários quadrinhos. Incluir ainda babá eletrônica e mais brinquedos... Você caprichou, e o ninho do pequeno ficou lindo, equipado e com uma aparência superaconchegante. Será? Pode ser que sim, mas isso não é o ideal. O excesso de objetos à vista é superestimulante e impede o bebê de relaxar. Sem falar no risco de sufocamento que os adornos de berço representam, como alerta a Academia Americana de Pediatria.
A solução
 “O ideal é contar com um ambiente calmo, de pouca luminosidade e bem arejado para o bebê dormir”, diz a terapeuta infantil Kim West, autora de Good Night, Sleep Tight (Boa noite, durma bem, ainda não publicado no Brasil). “Nos primeiros meses, um lençol limpo e bem ajustado e um colchão firme é tudo de que ele necessita”, ensina Kim.

3. Achar que todo choro é fome
É automático: o bebê resmunga e a primeira reação é oferecer o peito ou a mamadeira. Mas o choramingo pode indicar também que seu filho está cansado, agitado, com calor, desconfortável ou apenas entediado.
A solução
A menos que seja a hora da mamada, faça um esforço para identificar outras causas possíveis. Verifique fralda, veja se o corpinho está frio ou quente demais, procure distraí-lo com uma voltinha pela casa ou, inversamente, deite o em um ambiente tranquilo. Se nada funcionar, pode ser fome ou alguma dor (mas nesse caso o choro é agudo e não cessa). No começo é complicado, mas logo você será capaz de diferenciar o “Estou entediado” dele do “Quero mamar”.

4. Ignorar o melhor da festa
Pergunte a outros pais o que mudariam se pudessem voltar ao tempo em que os filhos eram bebês, e a maioria irá responder que teria relaxado e vivenciado mais as emoções dos primeiros meses. Pode acreditar: qualquer preocupação vira fumaça diante do sorrisinho do seu fofo.
A solução
Reserve um momento do dia para repassar mentalmente tudo o que sua criança é capaz de fazer e agradeça a si mesma. Pense no rostinho dela, na força com que segura seu dedo, na doçura com que a olha... É, você está criando um serzinho incrível! Aproveite essa fase e se dê o merecido crédito por ela.

5. Deixar o pai de lado
Com as atenções voltadas para a dupla mãe e bebê, o pai se coloca em segundo plano. Caso você não o estimule a participar da rotina do filho, ele logo irá questionar quanto é necessário. “O sentimento de exclusão afeta negativamente o casal e a dinâmica familiar”, alerta a terapeuta Michelle Maindenberg, de Nova York, nos Estados Unidos.
A solução
Seu marido pode se encarregar de trocar fralda, dar banho, vestir o pequeno, levá-lo para passear ou ao pediatra. O sucesso dessas iniciativas, porém, depende da sua postura. É preciso se dispor a abrir mão do controle da situação. Acredite: mulheres que sabem das coisas mordem a língua antes de criticar como o marido cuida do filho e ficam atentas à possibilidade de aprender jeitos diferentes (e melhores) de lidar com o bebê.

6. Ser rígida com horários
Sim, você leu que os filhos sentem-se seguros com uma rotina bem estruturada. Mas seu recém-nascido ainda não chegou a esse capítulo... E a tentativa de impor uma agenda militar à família vai deixar todos infelizes e frustrados.
A solução
Até o terceiro mês, a maioria das crianças acorda para mamar a cada duas ou três horas e dorme no restante do tempo. “Esse início de vida é pontuado por vários ciclos de crescimento e desenvolvimento que impactam sono, apetite e humor. Os pais podem se dar por felizes se o recém-nascido tiver um ritmo regular por metade do tempo”, afirma o pediatra J.J. Levenstein, de Los Angeles, nos Estados Unidos. A ordem é respeitar as necessidades da criança e não se culpar caso ela durma durante a mamada ou esteja com a corda toda no horário previsto para dormir.

7. Viver comparando
Em uma sociedade competitiva como a nossa, a conversa com outras mães na saída do berçário ou durante o banho de sol na praça muitas vezes se transforma em uma disputa sobre qual filho é mais esperto. No final do papo, você pode ficar cheia de dúvidas sobre o desenvolvimento do seu bebê. Por que ele nem engatinha se o amigo da mesma idade está quase andando? E o neto da vizinha, que sabe falar várias palavras enquanto o seu apenas balbucia?
A solução
Em primeiro lugar, lembre que mães e avós às vezes usam lentes de aumento para descrever o progresso da criança. Outro motivo para evitar comparações é o fato de que cada bebê é único, e os marcos gerais de desenvolvimento colocam limites bem elásticos para a aquisição das diferentes habilidades. “Algumas crianças falam cedo, mas são fisicamente passivas, enquanto outras logo acenam e sentam sem apoio. Tanto faz se o pequeno anda aos 9 ou aos 16 meses – os dois extremos são normais”, explica Levenstein. Para se tranquilizar, leia livros confiáveis sobre desenvolvimento infantil e tire as dúvidas com o pediatra.

8. Exagerar no individualismo
Por mais que você seja autossuficiente em todos os setores da vida, não se sinta na obrigação de continuar no comando doméstico nem de criar o bebê sozinha. “Em toda a história humana, a criação dos filhos sempre foi uma tarefa dividida. Afinal, somos animais sociais”, lembra a pediatra Chery Wu, de Nova York.
A solução
“Deixe o orgulho de lado e aceite todas as ofertas de ajuda de avós, tios e até vizinhos. Repetindo: todas as ofertas! Nos três primeiros meses, a mãe deve se concentrar em cuidar do bebê e de si mesma”, diz Chery. Outras pessoas podem se encarregar de lavar a louça, trazer comida e vigiar um pouco o pequeno. “As pesquisas mostram que as crianças se beneficiam ao contar com mais de um guardião”, garante a pediatra.

9. Duvidar da própria intuição
Os primeiros meses são cheios de dúvidas. Como saber se aquele serzinho indefeso está com fome, doente ou cansado? Some a isso os palpites de amigos e parentes e logo você estará duvidando da sua capacidade de ser mãe.
A solução
Primeiro, eleja uma fonte confiável para suas dúvidas, como o pediatra. “Em relação aos demais conselhos, o segredo é escutá-los com o filtro de besteiras ativado. As experiências de fóruns de mães, de avós ou mesmo do taxista que a conduziu até o pediatra podem ser úteis ou simplesmente descartadas. Confie nos seus instintos para separar o joio do trigo”, aconselha Michelle. E lembre: o bebê é o melhor professor. Quanto mais conviver e se ligar a ele, maior sua capacidade de identificar os cuidados de que seu filho precisa.

10. Não educar o sono
Embora seja inútil querer regular os horários do recém-nascido, é verdade que bons hábitos de sono precisam ser cultivados. A partir do terceiro ou quarto mês, o bebê já estará com seu ritmo biológico mais equilibrado. É hora de ajudá-lo a diferenciar dia e noite. Assim, todos na família se beneficiarão de noites bem-dormidas.
 A solução
Estabeleça uma rotina para o sono do seu filho. “Comece acordando-o todos os dias no mesmo horário pela manhã – às 7h30, por exemplo – e observe a que horas no fim do dia ele se mostra mais sonolento”, ensina Kim. A partir daí, adote um ritual de sono, que pode incluir banho, massagem e uma canção de ninar antes de colocá-lo no berço sempre nesse horário. Não escureça o quarto para os cochilos diurnos. E, inversamente, diminua o ritmo da casa à noite e não faça brincadeiras caso ele acorde pela madrugada.

Bjinhos!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

 Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.


E devido aos inúmeros projetos profissionais, cada vez mais as mulheres adiam o sonho de serem mães. O "momento certo" de engravidar para aquelas que têm o desejo de ser mãe sempre chega, para algumas mais cedo e para outras mais tarde, mas sempre chega. Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.

Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.

Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:

Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.

Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.

Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.

Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH. Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.

Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozóide, seus espermatozóides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.

Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.

Cuidem-se e façam os exames necessários!!!

Bjinhos!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Gravidez exige maior ingestão de ferro.



Confira a entrevista com a nutricionista Rosely Roque de Lima, da Maternidade Vila Nova Cachoeira

A gestação é um período em que o organismo tem maior necessidade de ferro, para, principalmente, evitar anemias. Isso acontece com qualquer gestante e, também, com a gestante que tem diabetes. Por isso, são necessárias algumas providências na hora de se alimentar, explica a nutricionista Rosely Roque de Lima, da Maternidade Vila Nova Cachoeira, de São Paulo, especializada no atendimento a gestantes de risco.

Segundo ela, além da medicação para suplementação de ferro indicada pelo médico, a mulher grávida deve também ficar atenta à ingestão de alimentos ricos nesse nutriente. Para quem, além da necessidade de aumentar o consumo de ferro, tem diabetes, a especialista dá as seguintes recomendações:

Durante almoço e jantar:

- Utilizar uma porção média de carnes em geral (vaca, peixe, frango) ou de miúdos (fígado, língua etc), dando preferência às preparações cozidas, grelhadas ou assadas.

- Dar preferência aos vegetais de folhas verdes escuras como couve, espinafre, catalonha, almeirão, rúcula etc.

- De acordo com o plano alimentar estabelecido em função do diabetes, consumir leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja).

- Evitar a ingestão de leite, café, chá mate ou preto ou sobremesas à base de leite durante ou logo após o almoço ou jantar, pois a presença desses alimentos interfere na absorção de ferro.

Após o almoço e jantar:

- Ingerir uma fonte de vitamina C para aumentar a absorção de ferro: laranja, mexerica, abacaxi, goiaba ou suco de limão ou maracujá, lembrando de contabilizar esses alimentos caso a gestante faça sua alimentação com base na contagem de carboidratos.

Bjs!

sábado, 7 de janeiro de 2012

gravida-banheira

Cabelos fortes e brilhantes, lábios carnudos, pele viçosa e seios turbinados. Aproveite os bônus que a gestação traz para a beleza. Mas fique esperta e aprenda a cuidar das partes que precisam de atenção especial para não sofrerem com heranças indesejáveis

Movimento para os fios

Já no início da gravidez, você notará os cabelos mais encorpados e brilhantes. Agradeça aos hormônios, que fortalecem os fios. “O aumento do estrogênio faz com que eles permaneçam na fase anágena, a de crescimento, durante os nove meses”, explica o dermatologista Adilson Costa, de São Paulo, autor de Dermatologia e Gravidez (Elsevier). Invista em cortes repicados com pontas desconectadas, que dão movimento tanto para lisos quanto para cacheados e afinam o rosto. “No dia a dia, finalizadores em spray ajudam a desembaraçar e evitam oleosidade”, ensina o cabeleireiro Marcio Gra nado, do salão C.Kamura, em São Paulo.
Boas escolhas Spray para Pentear S. O. S. Ceramidas, Seda, 8 reais; Spray Defrizante Control Freak, Bed Head, Tigi, 110 reais.

Rosto com proteção máxima

Os hormônios deixam a pele mais hidratada e viçosa. Você percebe a diferença a par tir do quarto mês e talvez até possa comemorar o desaparecimento da acne. “Um estudo com 400 gestantes mos trou que 75% delas tiveram diminuição do problema”, diz a dermatologista Isabel Martinez, da Clínica Martinez, em São Paulo. Se as espinhas não sumirem, limpeza de pele e tratamentos como peeling de cristal estão liberados depois do primeiro trimestre. O motivo para se preocupar são as manchas. “A produção de melanina fica estimulada e altera a pigmentação da pele, favorecendo o surgimento de sinais amarronzados”, afirma a médica. Capriche no protetor solar com FPS acima de 30 e evite sol. Se elas aparecerem, não fique tensa. Na maioria das vezes, somem cerca de quatro meses após o parto. “Em casos mais graves, o dermatologista pode indicar um creme clareador liberado para gestantes”, garante Leandra Metsavaht, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia, em São Paulo.
Boas escolhas Protetor Solar Facial Minesol Mineral FPS 40, Roc, 44 reais; Caneta Iluminadora Flash para Olhos e Rosto, O Boticário, 55 reais.

Truques que valorizam lábios e nariz
No início do terceiro trimestre, os lábios ficam maiores (e supersensuais) por causa do aumento da progesterona e da consequente retenção de líquido na região, comum em cerca de 50% das gestantes. Se quiser aproveitar o visual Angelina Jolie, o maquiador Marcelo Justo, do salão L’Officiel III, em São Paulo, ensina o truque: “Contorne os lábios com lápis rosado, esfume o traço e aplique uma camada de gloss transparente na parte mais cheia”. Caso prefira disfarçar o volume, use batons opacos na cor natural. O lado ruim desse aumento de líquido é que também as narinas se alargam no final da gestação. Para “afiná-las”, escureça as laterais do nariz com pó bronzeador ou amarronzado e ilumine, da testa ao nariz, sem chegar à ponta dele, com corretivo mais claro.
Boas escolhas Brilho Water Shine Liquid Gloss, Pure Diamonds, Maybelline, 19 reais; Batom Matte Velvet Teddy, M.A.C, 71 reais; pó compacto Marrom 1, Duda Molinos, 50 reais.

Seios firmes

Logo no primeiro mês, os seios ficam maiores e, à medida que a gravidez avança, as aréolas escurecem (por causa do aumento de melanina) e se tornam salientes. Aproveite para usar os decotes que sempre quis e incremente sua coleção de lingeries com sutiãs confortáveis e de boa sustentação, com alças e laterais largas. Como a pele da região se distente rapidamente, há risco de as fibras se romperem, causando estrias. Por isso, capriche na hidratação com óleos e cremes à base de elastina e silício, aplicados até duas vezes ao dia. Mas não passe nada nos mamilos nem nos bicos, para não afinar a pele, prejudicando a amamentação depois.
Boas escolhas Loção Antiestrias Solutions, Avon, 42 reais; Creme para o Corpo Elast Cream, Adcos, 113 reais; Loção MamyDrat, União Química, 35 reais.

Mãos e unhas a salvo

O eritema palmar (vermelhidão na palma das mãos) é comum a partir do segundo trimestre. Trata-se de um distúrbio vascular causado pela elevação dos hormônios estrogênicos, que desaparece entre seis e sete semanas depois do parto. Outra ameaça para as mãos e unhas são as infecções por fungos, vírus e bactérias, já que a imunidade diminui nessa fase. “Para se prevenir, é preciso secar bem as mãos ao lavá-las, usar luvas nos serviços domésticos e não tirar a cutícula, que é uma proteção natural”, recomenda Leandra. Quanto aos esmaltes, estão liberados. Na hora de retirar, substitua a acetona por removedor hipoalergênico.Boas escolhas Esmalte Hipoalergênico Risqué, 11 reais; Esmalte Nutriverniz, Colorama, 3,50 reais; Tiresmalt Hipoalergênico, Impala, 13 reais.

De pernas para o alto

Elas merecem atenção especial para que você não sofra com inchaço, celulite e varizes. As últimas são o problema mais preocupante e têm como causa dilatação das veias e aumento do sangue em circulação. “O excesso de peso agrava o risco, principalmente para quem tem predisposição genética”, alerta a angiologista Renata Viera de Mello, do Centro Médico Barra Shopping, no Rio de Janeiro. Para se precaver, engorde apenas o indicado pelo médico, evite passar muitas horas em pé ou sentada e faça repousos diários com as pernas elevadas. Se o médico recomendar meias elásticas, adote-as. Do segundo trimestre em diante, com autorização do obstetra, as massagens, como drenagem linfática, podem entrar em cena. Elas descansam, diminuem o inchaço, melhoram a circulação e previnem contra celulite. Em casa, a aplicação de cremes e óleos em movimentos ascendentes antes de dormir ativa a circulação e alivia tensões.
Boas escolhas Gel Relaxante Instant Comfort Legs, Mustela,140 reais, na Sacks; Gel para Cuidado das Per nas e Pés, Natura Mamãe e Bebê, 35 reais; Hidratante Private SPA Sensations, Mahogany, 32 reais.

Muito creme na barriga

Orgulhe-se do barrigão e valorize-o com roupas que realçam a silhueta. Afinal, agora ele é o centro das atenções. Mas não relaxe com a hidratação e a nutrição da pele da região, que fica altamente sujeita a estrias, devido ao estiramento excessivo. Apesar de o terceiro trimestre ser o mais crítico, os cuidados devem estar presentes desde o início da gravidez. “Só um aviso: gestantes não podem usar substâncias antiestrias, como o ácido retinoico, nem hidratantes à base de ureia, que têm ação mais intensiva”, lembra Leandra. Então, lambuzese desde cedo com os cremes especiais para grávidas.
Boas escolhas Creme Corporal Preventivo de Estrias Preventin, Dermage, 79 reais; Creme Corporal Maternité, Payot, 53 reais; Creme para Estrias Luciara, Bayer, 60 reais.

Mais conforto para os pés

Os pés sofrem com a retenção de líquido desde o início da gravidez, e o inchaço se agrava no terceiro trimestre. Para piorar, o aumento de peso predispõe a fissuras nos calcanhares e a queda de imunidade favorece micoses. Sapatos adequados farão um bem imenso até para o seu humor. “Opte por modelos de bico arredondado, salto de até 3 centímetros, boa forração interna e sem costuras, que causam atritos e a formação de calos”, receita Aparecida Maria Bombonato, coordenadora do curso técnico de podologia do Centro Universitário Senac. Dependendo do inchaço, compre sapatos um número maior – é provável que você continue a usá-los ainda nas primeiras semanas após o parto. Evite sandálias, principalmente rasteiras, pois favorecem as rachaduras. Descarte calçados de material sintético, que não permitem boa respiração e propiciam alergias e a proliferação de fungos. Depois do banho, seque bem os pés. Um hidratante mentolado ou óleos de amêndoa e de semente de uva completam os cuidados e combatem as rachaduras. “O inchaço também facilita o encravamento das unhas. Como a barriga atrapalha na hora de cortá-las, vale a pena visitar o podólogo quinzenalmente”, completa Aparecida.
Boas escolhas Creme para os Pés Lipikar Podologics, La Roche-Posay, 50 reais; Loção Energizante para os Pés Mint Bliss, Mary Kay, 42 reais. 

Bjinhos!!!